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ETEc Trajano Camargo: uma história em construção
Nasce em Limeira em 15 de março de 1890, filho do coronel Flamínio Ferreira de Camargo, fazendeiro, e de dona Cândida Virgínia de Barros. Forma-se em Engenharia no Mackenzie College de São Paulo (1909) e vai para os Estados Unidos fazer um curso de especialização na Universidade de Madison (Wisconsin), curso não concluído, porque tem que retornar ao Brasil com a morte de seu pai. Leciona Matemática na Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz, em Piracicaba. Casa-se em 1913 com Maria Thereza Silveira Mello, neta do esx-Presidente da República Prudente de Morais (1894-1898). Em 1914 funda em Limeira, com seu cunhado, Antonio Augusto de Barros Penteado, a Machina S.Paulo (B. Penteado & Co.) que, de oficina de carroças e serraria, passa a produzir máquinas para beneficiamento de café. Por sua importância é tida como a matriz da indústria mecânica da cidade. Na Machina São Paulo cria para os filhos dos funcionários, e maiores de 12 anos, uma escola de aprendizagem com cursos de carpintaria e de montagem de máquinas. Os aprendizes produzem para a indústria e aumentam a renda familiar. Antes mesmo da legislação trabalhista de 1934, o Dr. Trajano oferece a seus funcionários férias, assistência médica familiar, participação nos lucros, incentivos à evolução de carreira e gratificação na produção de acordo com o desempenho.Também constrói casas para seus funcionários – a Vila São Paulo e compra outras casas na Vila Santana. É responsável pela transferência de Descalvado para Limeira, em 1923, do Colégio Santo Antônio, dirigido pelo professor Antonio de Queiroz, seu colega de estudos no Mackenzie. A década de 1920 é de grande crescimento da industria. Estimula a vinda de profisssionais de cidades vizinhas para trabalhar na Machina S.Paulo. E dessa indústria se originam muitas oficinas e fábricas do ramo mecânico-metalúrgico da cidade. A sociedade com Antonio Augusto de B. Pentead é desfeita. Falece, em Limeira, em 8 de abril de 1930, aos 40 anos de idade. Deixa as ações de sua empresa para sua esposa e seus sete filhos. Dona Maria Thereza assume a direção da empresa e enfrenta tempos difíceis nas décadas seguintes. Inicia sua “vida política”. No dia 5 de julho de 1934, o interventor federal em São Paulo, Dr. Armando de Salles Oliveira, a nomeia prefeita da cidade de Limeira. É empossada no dia 19. Pelo Ato Municipal 39, de 05 de setembro e 1934, ela cria a “Escola Profissional Mixta Primária de Limeira”, a qual adotaria os mesmos programas e orientações das escolas profissionais oficiais. Seriam quatro cursos técnicos – Mecânica em Geral, Carpintaria, Puericultura e Corte e Confecções em Geral. Os cursos poderiam ser diurnos ou noturnos. E, anexos à escola, funcionariam dois cursos de alfabetização – masculinos, femininos ou mistos - para menores ou adultos. A criação dessa escola profissional, além de atender às necessidades locais, segue a política governamental de implantar cursos de preparação de trabalhadores para as indústrias. Em 1909, o Presidente da República Nilo Peçanha havia criado em cada uma das capitais dos Estados brasileiros, uma escola de aprendizes artífices, destinada a ministrar o ensino profissional primário gratuito para os “desfavorecidos da fortuna”. No estado de S.Paulo são instaladas duas escolas na cidade de S.Paulo e algumas no interior. Posteriormente, Armando de Salles Oliveira imprime maior impulso ao ensino dos ofícios ao criar cursos ferroviários e núcleos de ensino profissional em Rio Claro, Jundiaí, Campinas, Bauru, Pindamonhangaba, São Paulo, Cachoeira ao estabelecer um regime de cooperação entre o Estado e as Municipalidades. E a cidade de Limeira, em visível processo de industrialização, cria uma escola profissional municipal. O ato de criação estabelece que haveria um diretor-professor, dois professores para Português, Geografia, Aritmética, História e Educação Cívica; um mestre mecânico, acumulando as funções de mestre de desenho, um mestre ajudante mecânico, um mestre marceneiro, uma mestra de costura em geral acumulando funções de inspetora almoxarife, uma mestra ajudante de costura acumulando funções de mestra de desenho, uma mestra de economia doméstica; um porteiro, um escriturário-guarda livros, dois serventes, um médico pediatra, uma educadora sanitária formada pelo Instituto Profissional Feminino e um servente. O diretor seria nomeado pelo governador do estado, mas pago pela Prefeitura Municipal. E os mestres e auxiliares deveriam ser diplomados pelos cursos de aperfeiçoamento dos Institutos Profissionais da capital, selecionados por concurso de notas de diplomas. Na falta de profissionais com essa titulação seriam aceitos os “diplomados mais distintos pelas escolas profissionais secundárias.” A Escola Profissional Mixta Primária “Dr. Trajano Camargo vai funcionar de 1934 a 1939. O resgate de sua história está sendo objeto de uma pesquisa há algum tempo. O prédio da escola profissional, um sobrado na esquina da Rua Barão de Cascalho com a Rua Tiradentes, ainda existente e bastante degradado, era parte do espólio dos bens do Dr. Trajano. A Machina São Paulo doa as primeiras máquinas e recebe os alunos para as aulas práticas. A duração dos cursos é de dois anos, no período da tarde, todos os dias, inclusive aos sábados, com aulas de Mecânica, Marcenaria (para os alunos), Corte e Confecção, Economia Doméstica (para as alunas), e, para ambos, Português e Matemática. Nas aulas de Puericultura as alunas preparam mingaus para as crianças cadastradas que são atendidas pelo médico pediatra. O curso noturno funciona às segundas, quartas e sextas-feiras, com aulas de Alfabetização – um professor e uma professora, aulas de Corte e de Desenho Técnico. Relatos na imprensa escrita evidenciam que a escola tem participação efetiva na comunidade e que em 1939, conta com 20 funcionários - corpo docente e administrativo e, apesar da instalação precária que não permite grande montagem, obteve nesses cinco anos uma produção de 21:000$000 (vinte e um contos de réis), aproximadamente, concedeu certificado de conclusão do curso profissional primário a 91 alunos de ambos os sexos e alfabetização para 200 alunos. Por razões ainda não apuradas, talvez por dificuldades econômicas, os encargos da Escola Profissional Municipal Mista Primária “Dr. Trajano Camargo” são transferidos para o Estado, em agosto de 1938. Ela é então extinta para dar lugar à “Escola Profissional Agrícola Industrial de Pomicultura e Enologia”, que deveria começar em 1940 – o que não acontece. Este decreto não permite a matrícula em 1939 no 1º ano do curso da Escola Profissional. ”O 2º ano, em suas diversas secções está com 166 alunos matriculados e de ambos os sexos e curso de alfabetização com 90 alunos, num total dos 256 alunos”. Anos mais tarde, o Decreto-lei nº 14.385, de 19 de dezembro de 1944 transforma a Escola Profissional em Escola Industrial “Trajano Camargo”, subordinada à Superintendência do Ensino Profissional da Secretaria da Educação e Saúde Pública, inicialmente com os cursos de Mecânica de Máquinas, de Fundição e de Máquinas e Instalações Elétricas. Sua organização e regime obedecem os fixados pela Lei Orgânica do Ensino Industrial (Decreeto-lei Federal nº 4073 de 20 de janeiro de 1942). A Prefeitura Municipal de Limeira doa à Fazenda do Estado de São Paulo, em abril de 1946, um terreno com a área de cinco mil, setecentos e sessenta metros quadrados (5.760 m²), no valor de oitenta mil cruzeiros (Cr$ 80.000,00) para a construção de prédio para a Escola Profissional Industrial. Concluindo: a atual ETEc ‘Trajano Camargo” tem origem na Escola Profissional Mista Primária de Limeira, criada em setembro de 1934, extinta por decreto em 1938, renascida em 1944 e efetivamente inaugurada em 1953. Um recorte da história da ETEc a partir dos anos 50 deverá ser feito numa próxima fase da pesquisa intitulada ETEc “Trajano Camargo: Resgate e Preservação da História. O que foi levantado está no relato que se segue. O prédio, edificado em terreno com área de 5 915 metros quadrados, está localizado à Rua Tenente Belizário, no centro de Limeira. Possui uma área construída de 2 519 m2, composta por dois prédios, sendo um deles, prédio da entrada principal situada a frente da Rua Tenente Belizário, constituído por pavimento do subsolo parcial, pavimento térreo e pavimento superior e o outro é constituído de pavimento subsolo parcial e pavimento térreo. Além dos prédios a escola possui entre os prédios uma quadra de esportes com 443 m2 de construção. O prédio do fundo tem, atualmente, no pavimento do subsolo, oficina de manutenção, biblioteca, 2 salas de arquivo, sala de internet e depósito de materiais. O pavimento térreo é composto de banheiro masculino e feminino, laboratórios (de eletricidade, eletrônica, metalurgia, química, mecânica, automação), fundição, sala de metalografia, de desenho e metrologia, refeitório,e cantina. É nesse prédio, em forma de U invertido, que a escola vai funcionar, a partir de 1953. Pelo pavimento térreo, com 1 122,49 m2 (área livre atual), se distribuem as salas de aula e de Desenho Técnico, a diretoria, a secretaria, as oficinas das máquinas, de modelação, fundição, forjaria e ajustagem e um sanitário em cada uma das pontas. As salas de aula são separadas por tábuas de forro e seu piso, tanto quanto o das oficinas, é rústico – tacos de caibro fixados com piche. O pavimento do subsolo, com 199,76 m², abriga refeitório, almoxarifado e biblioteca. A construção é circundada por uma varanda com gradil e uma área gramada completa o conjunto. Na face voltada para a Rua Santa Cruz se localiza a entrada da escola, uma cerca de arame farpado. A inauguração oficial é um domingo, dia 17 de maio de 1953. O governador do estado é Lucas Nogueira Garcez, o prefeito da cidade o empresário Virgínio Ometto, o diretor da escola prof. Creso Assumpção Coimbra, todos presentes ao ato. O exame de admissão é realizado em fevereiro. Com a aula inaugural em 20 de março se inicia o curso industrial básico de Mecânica de Máquinas, turno diurno. As aulas ocupam os meses de março a junho e de agosto a meados de dezembro, das 7 às 11h15 e das 13 às 17h15 e as férias são em julho e de meados de dezembro a fevereiro. Desse curso de 4 anos fazem parte disciplinas de Cultura Geral: Português, Matemática, Ciências Físicas e Naturais, Geografia do Brasil, História do Brasil; de Práticas Educativas: Canto Orfeônico e Educação Física de Cultura Técnica: Desenho Técnico, Forja, Fundição, Ajustagem, Serralheria, Máquinas Operatrizes, Tecnologia, Construção e Montagem de Máquinas, Ferramentaria. Em 1956 concluem o curso de Mecânica de Máquinas apenas 15 rapazes. No período noturno, com alunos maiores de 16 anos, entram em funcionamento em abril de 1953 os cursos extraordinários de ajustador mecânico e torneiro mecânico, com 3 anos de duração ( série iniciação, continuação e complementar). As disciplinas de Cultura Geral são Português e Matemática e as de Cultura Técnica, Desenho, Tecnologia e Oficina. A taxa de evasão é igualmente elevada. Cronologia: Janeiro de 1956: cursos de Mecânica de Máquinas e Fundição e cursos extraordinários para Ajustadores e Torneiros Mecânicos e Desenho Técnico Mecânico. junho de 1958: inauguração oficial das oficinas montadas pelos professores Lourenço Schimidt e Odécio Lucke. 1960: início do curso feminino com a conclusão das obras do prédio da frente. 1965: tem a denominação alterada, de Escola Industrial para Ginásio Industrial “Trajano Camargo”. 1967: o prédio abriga até 1973 o Colégio Técnico e Industrial de Limeira, da Universidade Estadual de Campinas (COTIL – Unicamp),com o curso de Máquinas e Motores e, em,1969, o curso de Edificações. E nas suas instalações se instala o curso de Engenharia Civil de Limeira, posteriormente transferido para o campus da Unicamp (Campinas}. 1974: início do 2º grau profissionalizante. A Resol SE nº 16 de 13/02/74 (D.O.E. 14/02/74) autoriza a instalação de uma classe de 1ª série do 2º grau no GIE “TC” de Metalurgia – 1 classe. 1975: mais de 2000 alunos no 1º grau e no 2º grau profissionalizante, 72 professores e 35 funcionários administrativos. A Resol. SE 10/75 autoriza a instalação no GIE da habilitação profissional de 2º grau – Técnico - Eletromecânica – 1 classe e a Resol. SE 11 autoriza a instalação da habilitação profissional de 2º grau – Técnico - Economia Doméstica – 1 classe e da habilitação profissional a nível de 2º grau - Desenhista de Ferramentas e Dispositivos - 1 classe. Ambas resoluções publicadas no D.O.E.de 14/02/75. 1976: criação do curso de Nutrição e Dietética. 1978: a Resol nº 11 de 27/01/78 (D.O.E. 0102/78) autoriza o funcionamento das habilitações instaladas em 1975 ou 1976, no CEI “TC”, sendo mantidas as de Técnico em Metalurgia, Técnico em Eletromecânica, Técnico em Economia Doméstica, Técnico em Nutrição e Dietética, Desenhista de Ferramentas e Dispositivos. 1979: a Portaria da Coordenadoria do Ensino do interior de 09/05/79 (D.O.E. 10/05/79) autoriza o funcionamento dos cursos pré-profissionalizantes de Alimentação e Nutrição, Artes Aplicadas, Desenho Técnico Mecânico, Mecânica Geral, Vestuário e Têxteis no Centro Estadual Interescolar (CEI) ”Trajano Camargo”. 1980: a Resol. SE nº 12 de 21 de janeiro de 1980 autoriza no CEI “TC” a instalação das Habilitações Profissionais Parciais de Auxiliar Técnico de Eletromecânica, Auxiliar Técnico de Mecânica, Auxiliar Técnico de Metalurgia e Auxiliar em Nutrição e Dietética. E a Resol. SE de 28/07/80 (D.O.E. 29/07/80) transforma, a partir de 11/02/80, o CEI “TC” em EESG “TC”. 1982: a EESG é transformada em EEPSG e são criadas 6 classes de 1ª a 4ª série, a partir de 02/02/82 - Resol. SE de 07/07/82, D.O.E 09/07/82. E a Portaria nº 11-82 de 01/02/82 (D.O.E. 02/03/82) resolve aprovar a implantação do Centro de Iniciação ao Trabalho – CIT – junto a EEPSG, núcleo de pré-profissionalização. 1984: incorporação da EEPG “Cel. Flamínio Ferreira de Camargo”, cujo prédio passa a ser ocupado pelo museu e pela biblioteca municipal (Resol.SE de 16/01/84, D.O.E. 17/01/84). A Resol. 345 de 10/12/84 (D.O.E. 13/12/84) resolve adequar à Delib. CEE 29/82 e Resol. SE 2236/83 a Habilitação Profissional Plena de Decoração, de Eletromecânica, Mecânica, Metalurgia, Nutrição e Dietética e a Habilitação Profissional Parcial de Mecânica e de Desenhista de Ferramentas e Dispositivos. 1985: criação de uma classe de educação especial para deficientes mentais - D.O.E.22/03/85. 1986: a Portaria DREC de 10/01/86 (D.O.E. 11/01/86) vincula o CIT à EEPSG “TC”. 1987: início das habilitações plenas de Secretariado e de Química e Auxiliar de Laboratório de Análises Químicas. 1988: 35 anos – 1º grau profissionalizante - 362 alunos nos cursos de Mecânica Geral, Desenho Técnico, Artes Aplicadas; 2º grau – cerca de 1000 alunos nos cursos técnicos de Eletromecânica, Metalurgia, Mecânica, Desenho de Ferramentas e Dispositivos, Nutrição e Dietética, Química e Secretariado. A Resol. SE 226 de 27/09/88 (D.O.E. 28/09/88) autoriza a instalação dos cursos de 2º grau iniciados em 1987. 1990: a Resol. SE 169 de 17/07/90 (D.O.E. 18/07/90) autoriza a instalação de cursos de 2º grau, nos termos do inciso III do Art. 70 da Delib. CEE nº 29/82, retroagindo seus efeitos a 31 de janeiro do corrente ano. E a Resol. SE 276 de 17/12/90 (D.O.E. 18/12/90) transforma a EEPSG “TC” em EESG “TC”, integrando-a à Divisão de Supervisão e Apoio às Escolas Técnicas Estaduais com o nome de Escola Técnica Estadual de 2º Grau “TC”. 1991 - a ETESG “TC” é transferida da Secretaria da Educação para a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico (Decreto nº 34.032 de 22 de outubro de 1991 ( D.O.E. de 23/10/91), a partir de 1º de janeiro de 1992. 1993: 1350 alunos e cerca de 80 professores; introdução do período integral - curso diurno com 8 horas de aula e duração de 3 anos e o curso noturno com 5 horas de aula e duração de 4 anos. Com recursos próprios adquire 12 computadores e introduz a disciplina Introdução à Informática. Resol SCTDE – 2 de 29/10/93 (D.O.E. 12/11/93) autoriza a instalação de cursos de 2º grau nas Escolas Técnicas Estaduais. O curso de Eletromecânica é substituído pelo de Eletroeletrônica e mantidos os demais cursos de Metalurgia, Mecânica, Secretariado, Nutrição e Dietética. O Decreto º 37.735, de 27/10/93 (D.O.E. 28/10/93) autoriza a transferência das Escolas Técnicas Estaduais para o Centro Estadual de Educação Tecnológica “Paula Souza”, a partir de 1º de janeiro de 1994. 1994: com 41 anos, 1 256 alunos e 76 professores. A partir de 31/5/94 O Decreto 38.703 de 31 de março de 1994 (D.O.E. 01/06/94) altera a denominação para Escola Técnica Estadual “Trajano Camargo” (ETE “TC”). 1995: inauguração do laboratório de Metrologia e Produção Mecânica. 1996: Parecer 77/97 (Processo CEE 801/96, D.O.E. 21/02/97) autroriza o funcionamaento do curso regular da habilitação profissional plena de Técnico em Eletroeletrônica na ETE “TC”; funcionamento de classes do Programa de Qualificação e de Requalificação Profissional, Fundação de Apoio à Tecnologia - FAT/ CEETEPS, até 1999. 1997: Parecer 111/97 autoriza a instalação e funcionamento do curso de qualificação profissional IV, habilitação profissional plena de Técnico em Mecânica na ETE “TC; último ano das habilitações plenas, com a introdução do ensino modular: ensino técnico em 3 ciclos ou 3 semestres, após a conclusão do ensino médio, ou em concomitância com ele, a partir do 2º ano. 1998: Parecer 105/98 do Conselho Estadual de Educação (Processo CEE 831/97, D.O.E.02/04/98) delibera sobre a implantação do Ensino Médio nas unidades escolares do CEETEPS. São assim criadas 3 classes de 1º ano no Ensino Médio, antigo 2º grau. E o Parecer 168/98 (Processo CEE 830/97, D.O.E.01/05/98) autoriza a adequação do Ensino Técnico na rede das unidades de Ensino Médio da CEETEPS. 2000: inauguração de dois novos laboratórios de Química e um de Pneumática. 2001: Portaria do Diretor Superintendente de 22/01/2001 autoriza a implantação, a partir do 1º semestre de 2001, do curso Técnico em Turismo. 2002: reforma do prédio pelo governo federal, que consumiu cerca de 8 meses; funcionamento do curso pós-técnico em Química, na área de galvanoplastia, denominado Tratamento de Superfície, visando a formação de técnicos para as fábricas de jóias. Entre 2002 e 2003 funcionam classes do Programa Profissão, FAT/CEETEPS, com os cursos de Auxiliar Administrativo e Financeiro e Auxiliar de Laboratório, para concluintes do ensino médio e com o objetivo de ampliar as condições de empregabilidade dos jovens. 2003: no seu Jubileu de Ouro a escola conta com 37 classes; 1359 alunos; 65 professores; 20 funcionários. Oito cursos em funcionamento: Ensino Médio, Administração, Eletroeletrônica, Nutrição e Dietética, Mecânica, Metalurgia, Química e Turismo. Diretores
Marlene Aparecida Guiselini Benedetti |
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| Etec Trajano Camargo Rua Tenente Belizário, 439 - Centro CEP: 13480-120 - Limeira - SP Telefone: (19) 3441-8838 |